A incógnita São Paulo e o triste Palmeiras

Em primeiro lugar, gostaria de deixar meus parabéns para o executor da tabela do campeonato desse ano. Afinal, uma pessoa que marca uma rodada repleta de clássicos pra uma quarta-feira pré-copa, em horários mais lastimáveis ainda, merece no mínimo minhas congratulações. Vamos ao jogo.

No Morumbi, mais uma vez um jogo feio. O São Paulo, como há tempos vem ocorrendo, oscila muito de uma partida para outra. É simplesmente impossível prever qualquer coisa quando a equipe tricolor entra em campo. Não se pode dizer que o time jogou mal, mas visivelmente estava longe, muito longe daquele que entrou em campo há 7 dias contra o Cruzeiro. Para não falarem que sei apenas criticar, vale elogiar a postura que os jogadores estão tendo desde o primeiro jogo das quartas de final lá no Mineirão. Como não se via desde 2006, todo mundo está correndo, jogando com vontade e saindo de campo com o uniforme sujo.  Enfim, o jeito é torcer para que o Monsieur Ricardo Gomes consiga emplacar mais duas vitórias até a parada para a Copa do Mundo e aproveite ao máximo esses quase 2 meses de paralisação para arrumar os problemas. Afinal, temos a Libertadores pela frente, que nunca esteve tão fácil como este ano.

Já o Palmeiras…ah, o Palmeiras! Equipe de tantas glórias no passado, hoje se encontra em uma situação muito triste, pra não dizer lastimável. Em meio a brigas de poder, mandos e desmandos da alta cúpula, pressão insustentável da torcida e 11 anos sem um título de expressão, o alviverde da Pompéia definitivamente não consegue se encontrar. Joga partidas medonhas, o que é justificável se analisarmos a qualidade do time. Hoje no clássico contra o São Paulo, conhecido como Choque-Rei, ficou muito claro para quem assistiu que o Palmeiras é extremamente limitado e, se não se cuidar, correrá sérios riscos de chegar em Dezembro desesperado atrás de alguns míseros pontos pra escapar do rebaixamento. A situação é triste e o pior é que ninguém enxerga uma luz no fim do túnel.

Destaque positivo da partida vai para ele, sempre ele, nosso goleiro-artilheiro Rogério Ceni, que defendeu espetacularmente o pênalti cobrado por Ewerthon no apagar das luzes da partida, mais especificamente aos 43 minutos da segunda etapa.

Destaque negativo fica com o pseudo-técnico Parraga, que se eu bem enxerguei, é um discípulo de péssima categoria do nosso saudoso Muricy. Perdendo o jogo, precisando pontuar para ganhar fôlego na cavalgada rumo à dias melhores, tira um atacante para colocar um meia e ainda segura 3 volantes até perto dos 40 minutos. Só falta dar patadas na entrevista coletiva de logo mais.

Abraços!

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4 responses to this post.

  1. Posted by gabriel bianchini on 27/05/2010 at 12:40 am

    fera o blog.
    o que deixa o futebol emocionante é essa oscilação dos times. lógico que deixa os torcedores malucos também!!

    grande abraço,
    bibi.

    Responder

  2. Valeu pela visita Bibi..
    Abraço!

    Responder

  3. Posted by Antonio Nunes on 28/05/2010 at 8:56 am

    Parabéns pelo blog…

    Responder

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