Archive for the ‘Copa do Mundo’ Category

Mano Menezes é o escolhido! De verdade…

Depois da trapalhada sem tamanho ao anunciar Muricy Ramalho como técnico da seleção quando o acordo ainda não estava fechado, a CBF confirmou na manhã de ontem que o escolhido pra ocupar o cargo mais importante do futebol nacional é Mano Menezes. Aos 48 anos, é detentor de 1 Copa do Brasil, 1 Paulista, 2 Gaúchos e 2 títulos da série B, além de conquistar o 3º lugar na Copa do Brasil de 2004 com o pequeno 15 de Campo Bom. Na minha opinião, o ex-treinador do Corinthians sem dúvidas também faz por merecer o convite. Azar do Corinthians, sorte da seleção.

Como eu já havia dito no post sobre a escolha de Muricy quando foi anunciado, Mano Menezes era o cara certo pro cargo, levando em conta os objetivos que Ricardo Teixeira tinha para a seleção. O discurso é claro: renovação imediata, para termos em 2014 jogadores com média de idade bem abaixo do time de 2010. E quando o assunto é renovação, o currículo de Mano mostra que ele é um expert no assunto.

Em 2005, quando ainda era um ilustre desconhecido, assumiu o Grêmio recém rebaixado à série B com a função de reerguer a equipe e devolver o clube para a divisão principal. Depois do épico jogo que ficou conhecido como a ‘Batalha dos Aflitos’, conseguiu retornar à elite mesmo contando com apenas 7 jogadores em campo. Após atingir sua meta, Mano foi além. Conquistou o bicampeonato gaúcho em 2006 e 2007 e levou o tricolor dos pampas à final da Libertadores de 2007, quando perdeu para o Boca em pleno Estádio Olímpico.

No ano seguinte, outro desafio. Após selar o rebaixamento do Corinthians na última rodada do Brasileirão-07, quis o destino que o gaúcho de Passo de Sobrado assumisse o comando técnico do segundo time mais popular do Brasil logo em seguida. Após pegar um time esfacelado, sua reformulação conduziu os jogadores a uma campanha irretocável, que resultou no retorno do timão à primeira divisão. No ano seguinte, conquistou o título Paulista de forma invicta e levou também a Copa do Brasil.  

Agora, em 2010, atinge o ápice de sua carreira com o convite para ser o treinador da seleção na Copa mais importante da história para os brasileiros, pois será disputada por aqui. Pra finalizar, gostaria de ressaltar uma frase dita por ele na coletiva ontem quando anunciou que aceitaria o desafio, mostrando que ele começou com o pé direito, mostrando o espírito que todos nós queremos. Em resposta à imprensa, que dizia que o técnico que aceitasse o cargo após a recusa de Muricy seria menosprezado por não ter sido o primeiro escolhido, Mano disse que “é uma honra ser o 2º em um país que existem diversos excelentes profissionais e ficar atrás de Muricy não é desprezo nenhum”. Excelente postura. E que comece a trabalhar, pois amanhã já sai a primeira convocação para o amistoso contra os EUA dia 10/08. Boa sorte, Mano. Força, porque a partir de agora começa o sonho do hexa e você é um dos principais responsáveis por isso.

Siga-me no twitter.: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço

Anúncios

Futebol à moda antiga…

A Copa chegou ao seu final no último domingo, mas eu particularmente fiquei com uma sensação estranha. Esse evento, que ocorre a cada quatro anos, sem dúvida é o mais esperado por todos no esporte mais popular do mundo. Porém, o que vimos na África do Sul foi algo muito abaixo das expectativas. Será que realmente valeu a pena esperar esse tempo todo desde a Alemanha 2006 pra vermos o que foi apresentado? Vamos por partes.

O futebol apresentado foi péssimo. Do azarão ao favorito, ninguém enxeu os olhos. A seleção que chegou mais perto disso foi – pasmem! – a Alemanha, cuja característica sempre foi a força. Nem mesmo o Brasil e a Holanda, campeões em jogo bem jogado e muito menos a campeã Espanha. O que mais se viu foram as equipes priorizando as defesas, tentando acertar um contra ataque e ‘golear’ por 1×0.  O futebol de resultado contagiou de sul-americanos à europeus, de asiáticos à africanos, sem esquecer da Oceania e do resto das Américas. Parece um vírus, que contagia a todos a cada vitória suada ou título na marra. A estratégia historicamente utilizada pelos pequenos agora virou tática dos grandes também. E dá certo, porque conta com ótimos jogadores pra evitar levar gols. Infelizmente, os técnicos descobriram uma forma mais fácil de achar o resultado. E do outro lado, os torcedores vão ganhando motivos pra deixar de ser apaixonado.

Grande parte do que foi comentado acima também tem grande responsabilidade dos craques de hoje em dia. Em tempos de Cristianos, Messis e Kakás, quem brilhou foi Forlán. O que fez o camisa 10 da seleção uruguaia foi um tapa na cara de cada um desses pseudo-craques do futebol moderno. Forlán mostrou a todos que vestir a camisa de seu país não é uma obrigação, mas uma honra. Sendo o principal atleta da seleção da Celeste, correu, lutou, deu sangue, não se omitiu e levou seu time nas costas até o espetacular 4º lugar para uma seleção desacreditada e limitada. Chamou a responsabilidade de modo que todos os astros deveriam fazer. Só esqueceram de avisá-los. Infelizmente, personalidade não está à venda da mesma forma que o passe de Kaká ou a imagem de Cristiano Ronaldo. Forlán jogou com a garra do futebol romântico, por amor à camisa e, com toda justiça, foi eleito o Bola de Ouro da Copa. Seria tudo lindo se não fosse o fato do jogador uruguaio ter 31 anos de idade, nunca ter sido destaque por onde passou e ter feito a carreira em equipes de médio porte da Europa, com uma breve e apagada passagem pelo Manchester United. Hoje, vive grande fase no Atlético de Madri. E só. Mesmo assim, conquistou o respeito do mundo todo. Parabéns Forlán, acima de tudo você honrou a camisa da Celeste, mas não deixou de ensinar como é que se faz quando se é protagonista.

Infelizmente o futebol que nos encanta não voltará mais. Os negócios finalmente chegaram ao futebol e é utopia pensar em um futuro diferente do que vemos hoje. Esqueçam e principalmente, se acostumem, porque daqui pra frente o futebol de resultado será o prato principal. Quanto à sobremesa, só nos resta torcer para que ela não seja devorada rápida demais e ainda nos dê o prazer de sua graça.

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço!

Furiosa!

Após anos e anos sendo rotulada de amarelona e pipoqueira, a Espanha se torna a 8º seleção a ser campeã mundial. Parabéns, Fúria! Seja bem vinda ao seleto grupo.

A final de hoje, que tinha tudo pra ser um dos melhores jogos da Copa pelas características dos times, foi uma grande decepção. Com o meio campo extremamente povoado, ficou difícil jogar. O técnico holandês mostrou que sabe armar um time e fez a Espanha provar do próprio veneno ao longo dos 90 minutos iniciais. A Holanda marcou sob pressão, não deixando espaços pro adversário fazer o que sabe de melhor, que é tocar a bola com muita rapidez. Sem ter muitas opções, os espanhóis não criaram muitas oportunidades – idem pra laranja mecânica. De chances claras mesmo, apenas os gols perdidos na cara do goleiro por Robben e Fabregas. Já na prorrogação, com os holandeses exaustos, a partida mudou. Sem um banco à altura, a Holanda afrouxou a marcação e permitiu diversar investidas contra seu gol, principalmente quando Iniesta acordou. Este por sua vez, balançou o barbante aos 11 do segundo tempo da prorrogação e cravou seu nome na história do futebol. Isso mesmo, porque ele, Iniesta, o excelente jogador do Barcelona, marcou o gol do primeiro título mundial da Espanha, que agora já pode comemorar.

Merecimentos à parte, foi uma pena a derrota dos holandeses. Depois de serem vices em 1974 e 1978, o fato volta a se repetir em 2010. Infelizmente preferiu bater no rival do que jogar bola hoje. Dona de uma camisa pesada, que produz gerações de jogadores muito boas, encantou o mundo com seu carrossel na década de 70 e recebeu aplausos de todos os cantos com o time dos anos 90. Mas a ‘justiça’ do futebol mais uma vez ficou em segundo plano e o título ficou com a Espanha, melhor time do mundo há 4 anos. Convenhamos que não fez uma Copa de enxer os olhos, tanto é que se torna nos números a pior seleção a conquistar um Mundial.

Acredito que a Alemanha tenha jogado mais na África, mas eu me rendo ao futebol da Fúria. Um time leve, com uma porção de jogadores capazes de fazer a diferença e com toques rápidos que deixam os adversários com numa roda de pelada. Aos 23 convocados e principalmente ao técnico Vicente del Bosque, meus parabéns. Apesar dos placares magros, vocês não se renderam ao futebol moderno. Tentaram jogar e foram recompensados. Tenho certeza que a taça fica em boas mãos nos próximos 4 anos. E que venha a Copa no Brasil!

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço!

Chegou a hora!

O futebol está em festa. Dentre as 32 seleções que começaram o torneio, a grande maioria delas jogava primeiramente pra não perder e só depois tentar ganhar. Mas quis o destino que a grande decisão fosse entre 2 que buscam o gol em primeiro lugar. O mundo esperou 26 dias pra conhecer os finalistas da Copa do Mundo de 2010. E num torneio em que a zebra foi o principal atrativo, nada mais coerente que a final ser entre duas equipes ‘novatas’. No próximo dia 11, às 15:30 hs, Holanda x Espanha fazem a inédita final no Mundial da África do Sul. Ambas jamais conquistaram um título desta importância, por isso quando o árbitro apitar o final da partida no domingo, uma delas entrará para o seleto grupo dos campeões.  

De um lado do campo vai estar a Holanda. Vice-campeã em 1974 e 1978, a laranja mecânica está de volta à decisão mordida. Convenhamos que deixaram o futebol vistoso de lado, mas continuam jogando ofensivamente. O brilho já não existe, dando lugar à competitividade. Apesar de nunca ter sido campeã, tem uma camisa pesada, pois dá trabalho e forma grandes atletas desde o início das Copas. Seus jogadores atuais contam com uma dose extra de experiência, pois são rodados e vitoriosos em seus clubes. Há também os que desequilibram, como Robben e Sneijder – este último sério candidato a melhor do torneio. Os coadjuvantes, não menos importantes, são grandes atletas em seus times. A começar pela segurança de Stekelenburg no gol, passando pela firmeza de Boulahrouz e Heitinga na zaga e a mescla da juventude e experiência nas laterais. A cabeça de área fica devendo um pouco com a grosseria dos volantes, mas que ficam em segundo plano com o talento do meio campo ofensivo. Na frente, Kuyt e Van Persie dão o toque final à equipe. Esta é a Holanda, que terá a dura missão de bater os espanhóis.

Para bater de frente com os holandeses, a Espanha. Seleção que possui uma fama muito maior que seu futebol, nunca havia passado da fase de quartas de final. Sua melhor participação foi no longínquo ano de 1950 no Brasil, com um 4º lugar, mas a fórmula de disputa era outra. Porém, formou agora uma geração muito boa, com jogadores talentosos. O resultado está aí. Depois de uma campanha fracassada em 2006, chegou a hora da redenção. Tem menos camisa que a Holanda, mas não menos futebol. Joga pra frente, pressionando o adversário o tempo todo, forçando seu erro. Historicamente, entra como franco atiradora. Atualmente, entra levemente como favorita. Possui um goleiro muito acima da média (Casillas), uma defesa firme e um meio campo que joga por música, com Xabi Alonso, Busquets, Xavi e Iniesta. Na frente, ninguém menos que o artilheiro da Copa, David Villa, acompanhado do jovem Pedro. Se conseguir impor seu jogo e anular a laranja mecânica da mesma forma que fez com a Alemanha, dificilmente perde o título. Mas o histórico espanhol de amarelar nos deixa com um pé atrás.

Será uma grande partida, não tenha dúvida. Os dois lados estão loucos pelo título inédito, mas apenas uma vai conseguir. Diria que há 51% de chances pra Espanha contra 49% da Holanda, mais pelo futebol apresentado do que por outro motivo. Historicamente falando, o justo seria o caneco ficar com a Holanda, que bateu na trave por 2 vezes. Mas, como futebol e justiça nem sempre andam lado a lado no futebol, não arrisco palpites. Quem viver, verá! 

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço!

No meio do caminho tinha uma pedra…

No meio do caminho alemão tinha uma pedra… também conhecida como Espanha. E quando todos apostavam suas fichas no belo futebol que a Alemanha vinha jogando, a surpresa reaparece na África: Espanha 1×0 Alemanha. Eu, definitivamente, desisto de querer palpitar mais alguma coisa. Esta Copa está sendo totalmente imprevisível e agora será decidida por 2 equipes que jamais foram campeãs.

Muitos vão dizer que a Alemanha era fogo de palha, que havia um exagero por parte da imprensa e que futebol bem jogado não ganha campeonato. Antes que comecem, gostaria de dar um conselho. Nas derrotas e nas vitórias, analisem também quem estava do outro lado. E hoje a Espanha deu uma aula de como parar o adversário sem ser defensiva. Com muito tempo de posse de bola (que a Alemanha só recuperou no fim do jogo tentando o empate), com forte marcação na frente da zaga e preenchendo espaços de forma impressionante, os espanhóis acharam um jeito de não dar contra ataque ao adversário, arma principal dos alemães. Dessa forma, os obrigou a jogar tocando a bola de lado, sem muita objetividade. Isso fica claro se contarmos o número de bolas recuadas até o goleiro. Vale destacar que a Fúria também tentou o gol o jogo inteiro, criando mais chances que os germânicos. A Alemanha bem que tentou pressionar no fim, mas o esquema espanhol realmente era muito eficiente. Resultado justo pela partida, não pela Copa.

Pela primeira vez em 80 anos, a Espanha chega numa final de Mundial. Foram Copas e mais Copas entrando como favorita e saindo pela porta dos fundos. Já teve seleções de arrancar suspiros, mas que sempre falhavam nos momentos mais improváveis. Agora em 2010, finalmente a fama da seleção espanhola foi confirmada e ela está lá, onde já deveria ter chego há tempos. Boa sorte, Fúria. Mas abra o olho, porque a Holanda também vem forte!

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço

Orgulho Nacional!

Após o jogo que definiu a Holanda como primeira finalista da Copa do Mundo 2010, a única certeza que tive é que tanto holandeses quanto uruguaios podem se orgulhar de suas respectivas seleções. Um se classifica pra decisão após 32 anos, enquanto o outro cai de pé lutando até o último segundo.

Holanda

Invicta desde setembro de 2008, quando foi derrotada pela Austrália, a Holanda chegou forte ao Mundial. É verdade que ninguém apostava suas fichas nela, pois sempre teve equipes fortes e ofensivas e mesmo assim nunca conseguiu levantar o troféu. Agora, depois de 32 anos, a laranja mecânica está de volta, tendo a chance de obter o glória que bateu na trave por duas vezes – em 1974 e 1978 -, fruto daquela geração fantástica da década de 70. Porém, pra tristeza dos amantes do futebol que a equipe européia sempre mostrou, eles mudaram! Após anos e anos morrendo na praia, eles se renderam ao futebol de resultado. A Holanda de 2010 não dá show, mas é altamente competitiva, com defesa, meio campo e ataque muito bons. Aliado à presença de Sneijder e Robben, dois jogadores capazes de decidir uma partida, dá nisso: eles chegam e com grandes chances de título. Pela frente, duas possibilidades. Se passar a Espanha, será uma final inédita e uma das equipes conquistará o título inédito. Se a Alemanha vencer, será a chance da Holanda devolver a derrota de 1974 que deve estar entalada até hoje.

Uruguai

Os heróis uruguaios devem estar sendo aplaudidos de pé em seu país. O título não veio – e nem era esperado há um mês -, mas a dignidade voltou. Foram anos e anos de humilhações, Copas não disputadas e agora o retorno veio em grande estilo. A Celeste já garantiu pelo menos o honroso 4º lugar, depois de muita luta, garra e competência. Não, eles não tinham time pra serem campeões, talvez nem pra chegarem numa semifinal – e eles sabiam disso -, mas chegaram e é isso que ficará marcado. Muslera, Maxi Pereira, Lugano, Godin, Fucile, Arévalos, Alvaro Pereira, Perez, Forlan, Cavani, Suarez e todos os reservas já são heróis. Não é fácil perder uma semifinal, mas não tenho dúvidas que todos eles estão extremamente satisfeitos por devolverem a honra ao povo uruguaio. No jogo de hoje, caíram de pé. Estavam perdendo, sendo provocados e não apelaram. Pelo contrário, pois enquanto o árbitro não terminou a partida, eles ainda acreditavam. O time jogou como se fosse o último de suas vidas, mas não deu. Talvez se Suarez tivesse em campo, tivesse dado. Mas agora não importa mais. Resta agora a cada um dos 23 convocados receberem as glórias conquistadas na África. Se na Argentina nossos hermanos foram recebidos por 20 mil pessoas mesmo perdendo de 4×0, os uruguaios deveriam receber a seleção com seus 3,5 milhões de habitantes ovacionando-os, porque eles sim, merecem! Aplausos!

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço!

Pintou o campeão!

Como o título do post diz, pintou o campeão! A Alemanha envolveu completamente o time de Messi e goleou por 4xo. É a terceira goleada alemã em 5 jogos, sendo 2 deles contra Inglaterra e Argentina. É bom esperar prar afirmar, já que a zebra apareceu bastante na África, mas pra mim só um milagre tira o título deles.

Nossos hermanos bem que tentaram, mas como eu alertava desde a estréia, a defesa deles é muito abaixo da média. O resultado foi visto hoje, quando finalmente pegaram uma seleção pra bater de frente. O ataque, talvez o único no mundo que ainda tenta jogadas individuais, sem futebol burocrático, parou na forte defesa alemã. Messi mais uma vez jogou menos do que pode, assim como Tevez, que parecia estar mais preocupado com o juiz que com a bola. O goleirão Sergio Romero falhou no primeiro gol e deu sua contribuição. Um goleiro, ao sair de baixo da trave, tem que ir pra decidir o lance. Ele ficou no meio do caminho e a bola entrou no meio do gol, fraquinha. Pra finalizar, devo também elogiar o trabalho de Maradona, que transformou esse time argentino em 6 meses. Aquela seleção medonha das eliminatórias ficou pra trás e a Argentina entrou na Copa do  Mundo pra brigar. Azar o deles terem cruzado com a Alemanha…

Do outro lado do campo estava um adversário fortíssimo, mas que nem os mais otimistas torcedores alemães esperavam a equipe jogando o fino da bola. Pois bem, começaram a jogar e se tornaram a única seleção favorita a confirmar que realmente vão brigar pelo caneco. Esse time de 2010 é o mais jovem da história alemã, com média inferior a 25 anos. Também modificaram o estilo de jogo histórico deles, que era de forte marcação. Agora j0gam pra frente, com toques rápidos e envolventes, marcando muitos gols. Tem muitos talentos individuais, como Podolski, Ozil e Schweisteiger. Enfim, se tornou uma boa surpresa nesse Mundial e caminha a passos largos rumo ao tetra. Que tenha boa sorte, pois a única a mostrar um futebol de verdade.

Siga-me no twitter: www.twitter.com/blogdobuja

Abraço